A sombra
que enoita a alma,
Exaspera
A espera que separa
A Sépala e empala,
A fera que assevera o grito
É mito, aflito
Pela fé e a fala.
Alheio em meio
a incorpórea chama
Clama
Na cama e insaciável
Afia e parte
A lâmina que abre
em carne o flandre
e dorme
e molda
irretocável a borda
que abeira insone.
Gilberto Felinto.

1 comentários:
Hummm! Muito bom. Adorei.
Beijos
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